Para aqueles que se interessam pela Educação Infantil e pelo trabalho com crianças de inclusão em Salas de Recursos e escolas regulares de ensino. Um espaço para socialização de práticas de qualidade e ampliação de saberes.
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domingo, 8 de abril de 2018
domingo, 15 de maio de 2016
"Para conhecer as histórias infantis, era preciso saber ler. A escola
deve começar a ler para os alunos o mais cedo possível. Para os de
família de baixa renda, está a cargo do professor provocar situações
desse tipo, de que os outros dispõem desde que nascem. Isso não
significa antecipar a exigência de que saibam ler e escrever."
Delia Lerner*
*Professora de graduação e de mestrado nas universidades de Buenos Aires e La Plata.
sábado, 23 de abril de 2016
Hora da História, que delícia!!!!
As histórias sempre encantam os pequenos. Um livro e um espaço tranquilo são suficientes para transportar a criançada para um universo encantado de fadas, monstros, florestas, animais, heróis ...
Quanta coisa eles aprendem a partir da leitura de uma boa história.
Essa prática precisa ser adotada como rotina nas turmas de crianças pequenas. Mas é preciso planejamento. Escolher um bom título a partir dos interesses da turma, buscar bons autores, fazer a leitura prévia do texto são alguns cuidados importantes.
Algumas dicas de títulos que podem ajudar a criançada a entender melhor a diversidade cultural que temos dentro da turminha.
O cabelo de Cora (infantil)
Autoria: Ana Zarco Camara Ilustrações: Taline Schubach
Editora: Pallas
"Quanto o assunto aparência surge na roda de meninos e meninas é sinal que em pouco tempo uma opinião inocente pode virar uma crítica implacável como só as crianças sabem fazer. Peso, altura, e um simples penteado fora do padrão podem causar problemas se a criança não possuir a autoestima de Cora".
Chico Juba
Autoria: Gustavo GaivotaIlustrações: Rubem Filho
Editora: Mazza Edições
"O Chico é corajoso feito um leão e tem a imaginação do tamanho de sua juba! Ele é um grande inventor de xampus que pretende solucionar as incríveis reviravoltas de suas mechas. Essa não é uma tarefa fácil e Chico não poupará nenhuma de suas mirabolantes receitas. Seus esforços o levarão a incrível descoberta de que podemos brilhar sendo quem somos - o segredo é cuidar das raízes".
As tranças de Bintou
Autoria e ilustrações: SYLVIANE ANNA DIOUFEditora: Cosac Naify
"Uma menina que vive na África sonha ter tranças longas, enfeitadas com pedras coloridas e conchinhas, como as de sua irmã mais velha e de outras mulheres de seu convívio. O livro elege a fantasia como valor capaz de recobrar o sentido mais profundo da infância. Suas belas ilustrações e os personagens bem delineados são capazes de trazer ao leitor uma visão da cultura africana, permitindo, assim, repensar também a cultura brasileira"
O cabelo de Lelê (infanto-juvenil)
Autoria: Valéria BelémIlustrações: Adriana Mendonça
Editora: IBEP Nacional
"Lelê não gosta do que vê - de onde vem tantos cachinhos? Ela vive a se perguntar. E essa resposta ela encontra num livro, em que descobre sua história e a beleza da herança africana".
Imagine uma menina com cabelos de Brasil
Autoria e Ilustrações: Alexandre BersotEditora: Prumo
"Aparecida, protagonista da história, é uma garotinha com baixa autoestima, descontente com seus cabelos e que se sente deslocada na escola; as coisas só começam a mudar quando ela se une às suas duas únicas amigas para enfrentar as provocações das outras meninas. Com muita determinação e personalidade, Aparecida quer conquistar o seu lugar no mundo! Imagine uma menina com cabelos de Brasil…"
O que é que tem o meu cabelo? (infantil)
Autoria: Eduardo BrandãoIlustrações: Satoshi Kitamura
Editora: Cia Letrinhas
"Leonel, o leão deste livro, tem uma festa. Em vez de se preocupar com a roupa, ele logo pensa no que fazer com o cabelo. Leonel precisa dar um trato na juba...".
Que cor é a minha cor? (infantil)
Autoria: Marta RodriguesIlustrações: Rubem Filho
Editora: Mazza Edições
"Griot é o contador de histórias africano que passa a tradição dos antepassados de geração em geração. O objetivo dessa coleção é trabalhar a identidade afrodescendente na imaginação infantil. E é justamente à imaginação que esses livros falam a partir de uma composição de textos curtos e poéticos, associados a ilustrações. Modo lúdico de reforçar a autoestima da criança a partir da valorização de seus antepassados, de sua cultura e de sua cor".
O menino marrom (infanto-juvenil)
Autoria: ZiraldoIlustrações:
Editora: Melhoramentos
"Esta é a história de um menino marrom, mas fala também de um menino cor-de-rosa. São dois perguntadores inveterados que querem descobrir juntos os mistérios das cores. 'Quem inventou que o contrário de preto é branco?'.'Se um de nós é marrom e outro não é exatamente branco, por que nos chamam de preto e branco?'. São muitas as perguntas, e muitas serão as descobertas".
A Princesa e a Ervilha
Autoria e ilustrações: Rachel IsadoraReadução: Thaisa Birani
Editora: Farol
"Durante dez anos, Rachel Isadora percorreu vários países da África, inspirando-se para adaptar contos de fadas, como esta história de Hans Christian Andersen. Suas ilustrações procuram levar os leitores até as belas paisagens africanas, onde uma pequenina ervilha será capaz de mudar destinos. O esperto João decide assar um bolo para a princesa e ele só precisa agora seguir caminho até o castelo. O que pode dar errado?"
Peppa
Autoria e ilustrações: Silvana RandoEditora: Brinque Book
"Peppa experimenta uma lista de provações quando sai do salão depois de uma progressiva. Sim, mesmo criança, ela conseguiu fazer um alisamento, algo que não se difere na realidade, e por isso, enxergo esse trecho de forma positiva, até porque, não dá pra esconder a realidade das crianças, fingir que não existem alisamentos, porque elas convivem com outras crianças que são submetidas por suas mães à esse tipo de experiência, e se questionam em relação a isto."
Cada um com seu jeito, cada jeito é de um!
Autoria: Lucimar Rosa DiasIlustrações: Sandra Beatriz Lavandeira
Editora: Alvorada
"O livro infantil conta a história de Luanda, uma menina negra muito sapeca e vaidosa, que adora o seu cabelo crespo onde envolve tod@s da família nos diversos penteados que inventa para desfilar sempre linda na escola."
domingo, 10 de abril de 2016
Hora da História. Oba!!!!
Sabe um livro lindo, lindo, lindo de viver? É esse!
Dizem que
este livro é esquisito, que ele tem a capa feia e que é melhor você não
ler. Dizem que essa história é mentirosa, e que seu protagonista não é
grande coisa. Eu não li ainda, mas todo mundo está falando coisas deste
livro, então não vou ler e acho melhor você ficar longe dele também. O
que você acha? Às vezes as pessoas dizem coisas sobre as outras sem nem
saber direito o que estão dizendo. É o que acontece na vida do Ernesto:
ninguém gosta dele, só porque ele não é igual a todo mundo. Nesta
história você vai ver o que faz dele tão diferente e pensar: será que
ele merece mesmo toda essa solidão?
Sobre os espaços...
Por mais natureza e menos espaços artificiais para as crianças!

Após 20 dias imersa em escolas da floresta no Reino Unido – contei sobre as sensações que tive em dois posts: Quando decidi conhecer as Escolas da Floresta e Nada? Tudo! Uma floresta inteira -, vendo e vivendo toda a experiência rica e potente que o ambiente natural propicia para as crianças, queria voltar para o trabalho, em escolas de São Paulo, cada vez mais do lado de fora.
E me dei conta de algo que me entristeceu: vocês já repararam o quanto
os ambientes dedicados à infância, não só nas escolas, têm se
transformado em ambientes artificiais?
Na primeira escola em que trabalhei, há alguns anos, lembro de ver a
diretora apresentando-a para pais de novos alunos muito orgulhosa ao
dizer que todos os brinquedos eram de plástico, não havia grama, terra
ou tanque de areia, e os pais poderiam ficar despreocupados pois não
haveria sujeira.
Passei por outras escolas e lá estava ela – a grama sintética -, em
todos os ambientes externos aos quais as crianças tinham acesso.
Meu trabalho inclui a visita a muitas escolas e, na maior parte das
vezes, me assusto quando vejo espaços gramados serem cimentados e muitos
gestores se orgulharem da substituição da grama natural pela grama sintética, seja por poder manter o ambiente mais limpo ou pela facilidade de manutenção.
Mas não foi só a grama que se transformou! O tanque de areia também
entrou nessa e ganhou areia sintética. Já existem muitos espaços
públicos ou privados para crianças com areia colorida e, junto com ela,
suas “vantagens” plenamente divulgadas: é antibacteriana, higienizada,
apropriada para crianças.
E o playground ganhou brinquedos de feitos de plástico, sempre com as mesmas texturas, formas, cores.
E você sabe o que todas estas “artificialidades” têm em comum? Além
de serem sintéticas, sua adoção ignora justamente a criança, ignora a experiência, ignora um mundo vivo que se transforma naturalmente, sem interferências.
Um gramado, um chão de terra cheio de raízes e irregularidades é um ambiente cheio de vida. Uma simples caminhada em um ambiene natural, assim, traz uma experiência carregada de descobertas. As crianças percebem a diversidade de texturas, inclinações, obstáculos. E, se estiverem descalços, as descobertas se multiplicam.
Um tanque de areia “de verdade” permite que a imaginação e a fantasia
fluam, que as crianças criem bolinhos, castelos e tantas outras
construções. Elas experimentam inúmeras possibilidades. Para quem nunca
brincou com a areia colorida, eu explico: não é possível fazer nada com
ela porque não “dá liga”; portanto, não há castelos, nem bolinhos, nem
rios…
Se pararmos para observar a estética de um espaço natural, quantos
tons diferentes da mesma cor podemos encontrar? Quantas formas
diferentes de uma mesma folha, ou grão de areia, ou gravetos, ou
qualquer outro elemento? Uma explosão de estímulos para todos os sentidos!
Estar do lado de fora em um ambiente natural nos faz
perceber um mundo vivo, que se transforma a cada instante, nunca é o
mesmo. E é isso que é apropriado para crianças: viver um mundo real, com
sensações e experiências reais. É andar descalço, pular na poça d’agua,
brincar com galhos, subir em árvores, ir à praia e sentar na areia,
construir grandes fortalezas ou cavar buracos até o infinito. É poder
tomar banho de chuva, brincar com água, fazer comidinha com lama. A
experiência mais intensa acontece onde há vida!
Meu pedido neste post é simples: parem de artificializar a infância! Afinal, ser criança é natural!
É pedagoga, especialista em
psicomotricidade e educação lúdica. Participa de diversas formações
sobre primeira infância, brincar e arte para crianças e coordena o
programa Ser Criança é Natural (que dá nome a este blog), do Instituto Romã, que incentiva o contato das crianças com a natureza. Organiza a ação Doe Sentimentos e acredita no poder da infância e que o mundo pode ser melhor.
Fonte: http://conexaoplaneta.com.br
domingo, 27 de março de 2016
Páscoa para as crianças.
Qual o real significado da Páscoa?
As crianças respondem
Para cada família a páscoa tem um significado único especial.
Para os
cristãos é um momento de comemoração pela ressurreição de Jesus
Cristo. Os chineses costumavam presentear os amigos com ovos na chegada
da sua primavera para simbolizar a renovação da vida. Antigos povos
pagãos europeus que, nesta época do ano, homenageavam Ostera, ou Esther –
em inglês, Easter quer dizer Páscoa.
Para saber o que as crianças pensam sobre esta data, convidamos a Julianna Rodrigues, do Família em Tiras para perguntar a elas.
Fonte: https://www.blogger.com/blogger.g?blogID=3432643859451287456#editor/target=post;postID=8089033128481259171 - Redação em
sexta-feira, 25 de março de 2016
Histórias...
Ler e contar histórias, duas práticas distintas e muito importantes para nossas crianças.
Mas você sabe qual a diferença entre elas?
Então acesse o link abaixo e assista o vídeo.
Então acesse o link abaixo e assista o vídeo.
Foto: Professora Regente II Cristina - Turma do Peixinho Maternal II
domingo, 28 de fevereiro de 2016
Leitura de contos de fadas
Por que ler contos de fadas para as crianças?
Os contos de fadas ocupam lugar de destaque na
literatura infantil ocidental. Através de suas histórias, somos
transportados para lugares mágicos e secretos. No entanto, se entramos
em um universo de príncipes e princesas, também nos deparamos com
dragões, monstros e bruxas. Trata-se de um mundo encantado, cheio de
beleza, mas ao mesmo tempo, bastante cruel e amedrontador.
Por que continuamos, então, a ler essas histórias para
as crianças? Não deveríamos proteger nossos pequenos das agruras do
mundo?
Ora, o medo faz parte da condição humana. Ele está na
origem da fantasia e de nossa capacidade de imaginar, e nisso reside,
também, o grande fascínio que ele exerce sobre as crianças. Para elas,
não interessa um mundo sem conflitos. De forma simbólica, os contos
mostram às crianças que a vida é severa e que é preciso enfrentar
desafios na passagem para a vida adulta.
Os contos de fada, com seus monstros e perigos,
tranquilizam de certa forma os pequenos com relação aos seus próprios
temores. A partir da entrada em um mundo de imaginação e fantasia,
crianças encontram um lugar em que, apesar de tudo, o medo pode ser
dominado e banido. Isso explica porque elas sempre pedem para que os
adultos repitas as histórias.
Para muitos estudiosos, a estrutura narrativa dos
contos tem papel importante na formação humana, pois aborda assuntos
diretamente ligados às grandes questões de nossa existência, como a
coragem, a justiça, a vida, a velhice e a morte, a luta entre o bem e o
mal. Na medida em que percebemos que nossos medos são compartilhados com
outras pessoas, nos identificamos com a sociedade e a cultura da qual
fazemos parte.
Em nossos tempos politicamente corretos e
superprotetores, tendemos muitas vezes a querer retirar dessas histórias
os elementos que amedrontam as crianças, no entanto, são justamente
desses aspectos que elas necessitam para abordar os enigmas do mundo e
do desejo.
Para Diana e Mario Corso, autores de Fadas no Divã:
Psicanálise nas Histórias Infantis, “contar histórias não é apenas um
jeito de dar prazer às crianças: é um modo de ampará-las em suas
angústias, ajudá-las a nomear o que não pode ser dito, ampliar o espaço
da fantasia e do pensamento”.
(Juliana Montoia de Lima)
Indicações de leitura
Contos de fadas: Edição comentada e Ilustrada
Edicão, introdução e notas Maria Tatar; traducão Maria Luiza X. de A. Borges – Rio de janeiro: Jorge Zahar Ed., 2004
Edicão, introdução e notas Maria Tatar; traducão Maria Luiza X. de A. Borges – Rio de janeiro: Jorge Zahar Ed., 2004
Irmãos Grimm Contos de fadas
Tradução Celso M. Paciornik; apresentação Silvia Oberg. – 5.ed. – São Paulo: Iluminuras, 2005
Tradução Celso M. Paciornik; apresentação Silvia Oberg. – 5.ed. – São Paulo: Iluminuras, 2005
Fadas no Divã: Psicanálise nas Histórias infantis/ Diana Lichtenstein Corso, Mário Corso. – Porto Alegra: Artmed, 2006
A psicanálise dos Contos de Fadas, Bruno Bettelheim, Paz e Terra
quinta-feira, 15 de outubro de 2015
segunda-feira, 6 de julho de 2015
Era uma vez... A Galinha Ruiva
Mais um momento de história com as crianças, desta vez com brincadeiras em um espaço caipira a partir do trabalho com a história da Galinha Ruiva.
As professoras Regente II do 1º Turno oportunizaram às crianças diversas experiências, dentro e fora da sala.
Foram momentos de roda de leitura, onde as professoras apresentaram o livro, o autor, as imagens. Conversaram sobre a história e seus personagens.
Foram momentos de roda de leitura, onde as professoras apresentaram o livro, o autor, as imagens. Conversaram sobre a história e seus personagens.
Em outro momento, as crianças puderam vivenciar um espaço caipira contextualizando a história. Conheceram objetos antigos e suas funções comparando com o que se tem agora em suas casas, saborearam alguns alimentos como a broa de milho, conheceram e identificaram alguns outros alimentos.
Encantamento, curiosidade e brincadeira tomaram conta do pátio nesta manhã. Todas as turmas passaram por lá.
E viva
a Galinha Ruiva!!!
Trabalho realizado pelas professoras
Regente II: Creusa, Karina e Cristina.
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